Sempre buscamos o melhor para nossas vidas, nos deparando, muitas vezes, com situações que rotulamos com vários nomes: obstáculo, adversidade, problema, etc.
O passo seguinte ao “rótulo” é olhar para o fato e buscar como “resolvê-lo” visto que é considerado algo indesejado.
Então, começamos a caminhar em um labirinto de informações, pois aquela situação, na realidade, é a soma de muitos elementos. A ponta de um iceberg.
São muitas as variações das ferramentas que adquirimos para sanar “problemas”. Mas, por que, na maioria das vezes, nós as utilizamos e a questão não é resolvida? Ou resolve-se uma parte ou achamos que resolvemos, mas o problema retorna?
Será que conseguimos observar tudo o que esta envolvido em um “obstáculo”?
Será que sabemos quais são os elementos da equação que precisam ser diminuídos, somados, divididos, removidos ou multiplicados para que o resultado seja diferente?
E o que nos impede de ver o que é real em uma situação a ser resolvida, visto que dessa forma a assertividade na solução seria absoluta?
Entre outras coisas, tão importantes quanto, esta o fato de que nossos processos de ação estão defasados.
E quando um processo esta defasado?
Quando ele não obtém a solução exata do que esta sendo solicitado.
E quando isso acontece?
Quando usamos as mesmas ferramentas, e suas combinações, que nos serviram em outras situações, crendo que vão nos servir sempre, mesmo em casos diferentes.
Cada fato diverso sugere uma reunião de “n” informações, distintas, que quando combinadas dão em um determinado resultado.
O primeiro passo é estar consciente desse ponto. O que sugere que precisamos ver sempre da forma mais ampla possível, capturando todas as informações visíveis e “perceptíveis” para que a solução possa ser a mais objetiva.
Logo após nos apropriarmos dessa compreensão vem o segundo passo. Identificados os elementos envolvidos, precisamos ver quais deles necessitam ser movimentados, transformados, removidos, etc.
E como fazer isso? Identificando os pontos estagnados.
Sabemos todos que um resultado mantido por muito tempo significa um processo mantido por muito tempo, o que nos mostra que temos pessoas que pensam da mesma forma há muito tempo.
Só é possível modificar um resultado de forma efetiva quando houver constância no novo processo elaborado. E só é possível um resultado satisfatório, e em contínuo crescimento, se houver coerência.
A coerência esta diretamente ligada a fazer o que falamos, com a demonstração clara de quem somos.
Nada é mais importante do que ter transparência nas intenções e nas atitudes. Pois, se pode “enganar” um intelecto, mas a Inteligência Natural dentro do sistema é definitivamente impossível de ser “enganada”.
A vida de um sistema depende totalmente dos tipos de interações que existem dentro dele. Quanto mais coerente, mais harmônico.
A constância associada à coerência garante a realização de um propósito.
Será que estamos com os processos de desenvolvimento mais eficientes para nós mesmos e para nossas organizações? |